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Melhores Apps para bebés e crianças até aos 3/4 anos

Melhores Apps para bebés e crianças até aos 3/4 anos

Uma das principais preocupações da maioria dos pais é que os filhos tenham jogos/brincadeiras com as quais se divirtam e aprendam simultaneamente.

 

Cada vez é mais fácil conseguir juntar divertimento, aprendizagem e um excelente custo-benefício  num só "objecto". É que a mudança dos tempos também traz consigo algumas vantagens. Algumas dessas vieram em forma de apps.

No entanto, alguns pais têm um outro dilema. Será adequado permitir o acesso dos seus filhos às inovações tecnológicas? Está provado cientificamente que até aos 6 anos as crianças necessitam de muitos estímulos para despertar várias disposições intelectuais. Apps que sejam ricas em luzes, cores, com movimento, voltadas para aprendizagem de coisas básicas ou até mesmo de carácter lúdico, são uma boa aposta e rica em mais valias para o seu filhote.

 

Por último, lembre-se que as aplicações estão dentro do computador e não têm que estar obrigatoriamente ligadas à internet. Desta forma pode estar descansado que o seu filho apenas vai ter acesso ao conteúdo da aplicação e não aos múltiplos conteúdos da internet.


Play Kids 


 


Preço: Grátis


Esta app foi eleita como finalista das melhores Apps de 2013 da Apple.

Conta com personagens como:  Turma da Monica, Galinha Pintadinha, Palavra Cantada, entre outros. Com esta app o seu filho poderá aprender,  cantar e dançar com a companhia dos seus personagens preferidos. 


First Sounds  


 


Preço: Grátis


App ideal para ajudar o seu bebé a explorar o mundo que o rodeia através da oferta de uma colecção de sons e vozes. Muito bem animada, esta é uma app que um bebé de poucos meses consegue utilizar com os seus dedinhos. 


Apps da Disney  


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Preço: Diversos


Mostre ao seu filhote o mundo da Disney de uma forma muito dinâmica e divertida. São imensas as possibilidades:  desde o Nemoao Spider-Man e até mesmo ao Cars.


ABC do BITA 


 


Preço: Grátis 


Ideal para as crianças que estão no início de alfabetização. O ABC do Bita é um abecedário Interactivo em português. A navegação é fácil e intuitiva e permite a interacção com cada letra, estimulando o raciocínio lógico e a coordenação motora.


Talking Gina the Giraffe 


 



Preço: 0,99$


Dos mesmos criadores do Talking Tom esta app, Talking Gina the Giraffe, promete entretenimento de qualidade.

O funcionamento é semelhante ao Talking Tom. Basta falarmos para a Girafa e ela irá repetir o que nós dissemos. Se a tratarmos bem ela transformar-se-á na  sua melhor amiga.


A Era do Gelo: Vilarejo 


 


 Preço: Grátis


Este jogo é um dos grandes sucessos da App Store. Através do Buck, o herói do terceiro filme "A Era do Gelo", é convidado a entrar num mundo subterrâneo e a completar as várias missões. 


Colorama 


 


Preço: $0,99


Um divertido livro para todas as idades, que, através das suas animadas ilustrações vai deixar os mais pequenos a sorrir. Excelente para potenciar o talento artístico do seu filhote. 


Flippi Game Box


 


Preço: $1,99


6 tipos de jogos para crianças

Colorir, quebra-cabeças, encaixe de figuras de animais. As crianças vão aprender rapidamente a jogar e a descobrir os animais (mesmo não existindo ainda uma versão em português). 

 


Este é um espaço onde poderá usufruir de jogos para bebés online totalmente gratuitos e divertir-se com os seus pequenos (meninas e meninos).


Aproveite e comece já a jogar!

Seleccionámos uma grande variedade de sites para oferecer às crianças a oportunidade de navegarem pela internet de forma fácil e segura.

As crianças podem passar algum tempo a ver filmes, ler histórias, ver desenhos animados e divertirem-se em jogos educativos.


Podem também visitar as páginas dos seus heróis preferidos e conhecer todas as personagens que vêem diariamente, como o Noddy, o Ruca, o Bob o Constructor e muitos outros.


Deixe que o seu filho entre no mundo da tecnologia da melhor forma possível, aliando o entretenimento e a diversão à aprendizagem.

Existe alguma coisa que possa fazer para encorajar o meu bebé a começar a andar ou está tudo geralmente pré-determinado?


Os primeiros passos do bébé são um importante marco no seu desenvolvimento, cujos pais jamais esquecem. Mas esta altura pode causar ansiedade, sobretudo a pais com familiares e amigos com crianças que começaram a andar cedo. No que diz respeito a andar, os bebés têm o seu ritmo próprio e quando finalmente dão o seu primeiro passo, este não é reflexo da sua inteligência, tamanho, ou das capacidades parentais da mãe ou do pai.


Ruth McCamus, antiga Supervisora Clínica da Família do Hospital de Toronto para Crianças Doentes, assegura que no que concerne a andar, cada bebé é único. “Em média, uma criança começa a andar entre os 12 e os 14 meses, mas é provável existirem diferenças significativas. Algumas crianças começam a andar muito mais cedo e outras chegam a andar apenas aos 21 meses”.


Enquanto que não podemos apressar um bebé a dar os primeiros passos, existem coisas que podem retardá-lo. Segundo Ruth McCamus, “quando um bebé gatinha muito bem, ou se movimenta de forma eficiente no andarilho, ele pode gostar dessa forma de mobilidade e ter dificuldade em largá-la”. McCamus acrescenta que existe pouco que os pais podem fazer para que os seus filhos comecem a andar excepto “proporcionar um ambiente encorajador repleto de reforços a cada progresso. E o próprio bebé ficará deliciado com os seus feitos”.


O pediatra Dr. Marvin Ghans, concorda que para além do encorajamento, não existe nada que os pais possam fazer para acelerar o processo de caminhar dos bebés. “As crianças dão o primeiro passo quando se sentem prontas”, e acrescenta Ghans que “é bom levá-los pela mão e caminhar com eles e ajudá-los a suportarem-se, mas eles não precisam de lições”. Ele sublinha ainda que se deve evitar o uso de andarilhos. “Os andarilhos são causa de muitas lesões sérias em crianças, sobretudo envolvendo escadas”.


A maioria das crianças já caminham quando chegam aos 18 meses, no entanto se o seu bebé ainda não o faz com esta idade, é aconselhável consultar o seu pediatra.


In “www.TheParentReport.com”

Os acidentes de infância, durante brincadeiras, são inevitáveis, por isso é importante vigiá-los, para que nada de grave aconteça.

Os acidentes das crianças, especialmente os domésticos, são frequentes e por isso merecem mais atenção. Quando algum destes acidentes ocorrer, além dos cuidados caseiros, deverá também consultar um médico e dirigir-se ao centro de saúde mais próximo, ou hospital.

Os acidentes mais frequentes são as queimaduras, as quedas, o choque eléctrico, as intoxicações, engolir objectos e por vezes também a asfixia ou afogamento. Por isso é necessário uma atenção redobrada. O que fazer então no caso de acontecer? Como evitar? Veja aqui:

Quedas

  • As quedas em criança são muito frequentes, especialmente em crianças pequenas.
  • O cuidado a ter será deixa-las em locais adequados a crianças, para de alguma forma salvaguardá-las de um queda grande, como por exemplo, de uma janela, de umas escadas ou muros.
  • Solução:
  • Colocar portões nas escadas, grandes nas janelas e tomar sempre conta das crianças, enquanto elas brincam  - em locais próprios.


Engolir Objectos

  • É frequente as crianças pequenas engolirem objecto, porque tendem, especialmente no primeiro ano de vida, a levar tudo à boca. Assim há que ter especial cuidado com objectos como pequenas peças de brinquedos, como lego, botões, bicos de chupetas, etc. Quando são maiorizinhos, o perigo passa a ser com pastilhas elásticas, moedas, caroços, pipocas, rebuçados.
  • Solução:
  • Compre brinquedos grandes e resistentes, de preferência sem bicos ou pontas finas. Evite roupas com botões, teste sempre as chupetas e evite manter guloseimas ao alcance das crianças.


Choques Eléctricos

  • Ao explorar a casa nos primeiros anos de idade é frequente que as crianças se deixem electrocutar pela curiosidade. Literalmente. As tomadas, fichas eléctricas e fios de electricidade são um alvo demasiado fácil.
  • Solução:
  • Use um protector de tomada, à venda em qualquer supermercado, para protege-las, esconda os fios. Caso a criança apanhe um choque, desligue o quadro geral, solte a criança e leve-a de imediato ao hospital.


Queimaduras

  • Por mais cuidado que se tenha, são frequentes, especialmente no primeiro ano de idade, as queimaduras com a água do banho, o biberão, a exposição inadequada ou mal planeada ao sol, ou mesmo com panelas.
  • Solução:
  • Antes de dar de mamar o biberão, teste o leite nas costas da sua mão, com umas gotinhas;
  • No caso do banho, antes de colocar a criança dentro de água, teste a temperatura da água mergulhando o seu cotovelo nela;
  • Para uma exposição adequada ao sol evite as horas de maior calor. A exposição da criança deverá ser feita até às 10h da manha, ou a partir das 17h da tarde. Proteja-a sempre com protector adequando a crianças.
  • Para evitar a queimadura com objectos, mantenha fora do alcance da criança objectos ou electrodomésticos que a possam queimar, como isqueiros, torradeiras, ferros eléctricos, fósforos, panelas ou cafeteiras.


Intoxicação

  • É normal a ingestão de produtos de limpeza, medicamentos e plantas venenosas, desde que a criança os alcance.
  • Solução:
  • Evite que produtos potencialmente venenosos estejam ao alcance da criança. Se mesmo assim ingerir algo venenoso, leve a criança para o hospital, levando a embalagem do produto que ingeriu, ou contacte um médico e explique-lhe o que ingeriu.


Afogamento

  • As crianças não devem ficar nunca sozinhas dentro de água. seja na piscina, no mar, na banheira/banho, ou mesmo perto de baldes com água.
  • Solução:
  • Se tiver uma piscina, arranje uma vedação, sem qualquer abertura possível para a criança, ou arranje uma cobertura.
  • Nunca deixe baldes com água ao alcance da criança.
  • Evite deixar a criança no banho sozinha, na praia, ou em qualquer situação.


Asfixia

  • É muito frequente a asfixia das crianças até um ano de idade, especialmente. A criança facilmente pode se asfixiar, normalmente com objectos como cordões, fios, plásticos, cobertores, colchões, etc...
  • Solução:
  • Mantenha a criança sob vigilância no contacto com esses objectos. E evite esse contacto.

Os bebés aprendem da mesma que forma que os adultos. Eles imitam aquilo que vêm e ouvem. Observam o que os rodeia e aprendem por recompensa positiva ou negativa.


Vamos imaginar um bebé a chorar, por exemplo. Ele começa a chorar quando tem fome - o choro deve-se à dor e ao desconforto que o bebé sente por ter fome. Rapidamente percebe que quando chora, alguém traz leite para o alimentar. Pode perceber, inclusivamente, que quanto mais alto chora ou grita, mas rápida é a reacção de quem o rodeia. Este processo de aprendizagem por associação ensina ao bebé não apenas como pode obter aquilo de que necessita mas também que a comunicação pode realizar-se através do som. Em determinado momento, vai acabar por perceber que se ninguém o conseguir ouvir, não vale a pena continuar a chorar. No entanto, pode continuar a fazê-lo como reacção à dor.


Para além da associação, os bebés também aprendem por observação e imitação. Esta é a única forma de que dispõem para assegurar a sobrevivência. É através da observação que vão perceber que alguns dos seus comportamentos causam uma reacção em determinadas pessoas e outra, oposta, noutras.

A tentativa e erro é outro dos métodos a que o bebé recorre. A memória dos bebés é muito mais ágil que a dos adultos o que lhes permite registar com precisão os resultados das suas experiências. A aprendizagem através da tentativa e erro faz-se com facilidade e rapidez.


Aprender através da brincadeira

Aquilo que nos parece uma simples brincadeira é, normalmente, muito mais que isso. Quando os bebés brincam com este ou aquele objecto estão a desenvolver capacidades como a coordenação olho-mão, percepção espacial ou a registar as sensações que obtem. Sempre que estão a brincar, estão a desenvolver alguma capacidade.

Durante o crescimento, as brincadeiras vão mudando mas continuam a fazer parte do processo de aprendizagem. Aliás, talvez possamos dizer que é a brincar que o bebé pratica o que terá de vir a fazer na vida adulta.

As crianças apercebem-se desde muito cedo que cada acção sua provoca uma reacção nos adultos. O que se torna uma chamada de atenção quando o bebé o associa à satisfação das suas necessidades. Existe um entendimento entre a mãe e o filho através de sons e gestos. Mas é quando surge a primeira palavra que os «monólogos» da mãe dão os seus frutos e este é um momento marcante na vida familiar.


A repetição é muito importante na aprendizagem. Primeiro com os sons, depois com sílabas até chegar à palavra. Neste processo a ajuda e apoio dos pais é fundamental, bem como a sua paciência pois levará o seu tempo. Desde a descoberta do choro, soluço e arroto, o bebé inicia aqui um passo na comunicação com a mãe, mas não se pode falar ainda em linguagem.


Como generalização, pode dizer-se que é aos seis meses que os bebés começam a usar sons com consoantes (ba,ta,pa, ma). Neurologicamente ainda pouco desenvolvidos, é cedo para sons mais complexos e articulados.


A partir dos seis e sensivelmente até aos oito meses, o bebé começa a aprender a fazer aqueles sons que até então saíam aleatoriamente. O processo é registado associado ao gesto motor necessário para emitir o som. Nesta fase, o aumento da interacção entre pais e filho é fulcral, uma vez que os jogos comunicacionais vão pemitir ao bebé um grande avanço para a linguagem. A atenção despertada pelo balbuciar do bebé leva-o a imitar os adultos e com o tempo, a empregar uma entoação própria.


A fase linguística do desenvolvimento do bebé inicia-se quando ele emprega um som intencionalmente numa «conversa». Pelos três anos e meio, a criança ja pronuncia todas as palavras e está apta a repetir todos os fonemas. Mais uma vez, a idade de três anos e meio é meramente indicativa. Cada criança leva o seu tempo a desenvolver as capacidades linguisticas. A ansiedade dos pais pode, nesta fase, atrasar a aprendizagem, ao pressionar em demasia o bebé retirando do jogo da comunicação a sua parte lúdica e divertida.


Falar com o bebê, estimulá-lo visualmente e dar-lhe a entender que quer conversar com ele, são coisas fundamentais que, a par de deixá-lo ouvir rádio, incentivar brincadeiras com objectos que produzam sons e ensiná-lo a fazer diferentes sons com a boca, fazem toda a diferença no seu desenvolvimento.

 

Incentivar a estimulação sensorial e disponibilizar a maior quantidade possível de informação, são condições essenciais à evolução das capacidades linguísticas do bebé. Independentemente do tempo que o bebé demora a aprender a falar, importante é ter atenção à reacção da criança a estímulos externos. Nem sempre a demora na aprendizagem significa que existe algum problema. No entanto, se aos dez meses sensivelmente, o bebé não tiver ainda emitido qualquer som deverá procurar acompanhamento médico, na possibilidade de existir complicações auditivas ou mesmo neurológicas.

para o seu filho de três anos?


Esta é uma idade mágica para as crianças e representa um salto enorme, quer fisíco, quer mental. Por isso mesmo, não é fácil escolher os brinquedos indicados – estes terão de o ajudar a desenvolver as suas capacidades sem por isso deixarem de ser divertidos e seguros. Deixamos aqui algumas dicas que o podem ajudar a encontrar os melhores brinquedos para si e o para o seu filho de 3 anos.


Ponha-o a mexer
Brinquedos que possam encorajar o seu filho a levantar-se da cadeira e a correr pela casa são sempre uma boa escolha. Com três anos, as crianças adoram explorar as coisas de uma forma activa – mais, o movimento ajuda a desenvolver as capacidades físico-motoras da criança.


Deixe-o explorar o talento artístico
Aos três anos, as crianças já estão preparadas para explorar o seu talento para as artes. Isto pode incluir brincadeiras como ‘pintura com as mãos e dedos’, desenho com lápis de cera ou ‘recorte de figuras’, actividades que podem criar alguma...sujidade. Deve por isso acompanhar de perto a sua criança enquanto ela explora este novo mundo.


Encoraje-o a usar a imaginação
A imaginação das crianças é deve ser desenvolvida e os pais devem contribuir para que isso aconteça. Recorrendo a algumas brincadeiras mais imaginativas, a criança poderá começar a desenvolver uma maior noção do que a rodeia. Pode experimentar comprar-lhe máscaras e fatos de carnaval – a variedade é enorme e vai certamente agradar o seu filho.

São cada vez mais os apologistas do desenvolvimento linguistico desde tenra idade.

Os médicos aconselham as mães a falar com os seus bebés, desde a gravidez, para que eles possam conhecer a sua voz. A mãe deve falar, sobre as coisas mais banais, como se falasse com outra pessoa. Indique objectos, identifique as pessoas, as cores, os números, para que o seu vocabulário seja rico, desde o ínicio da sua comunicação.

A comunicação não se faz apenas de palavras, mas também de gestos, de toques, de olhares. Por isso é importante que o bebé aprenda a linguagem dos pais e os pais comprendam os bebés e as suas diferentes formas de se manifestar, os seus choros, risos e expressões faciais.

Quando a criança já é maior, a partir dos 2-3 anos, também é importante ensinar à criança uma lingua estrangeira. Cada vez mais casais são apologistas de ensinar a criança outra lingua que não a de origem. Inglês, francês, castelhano, tudo é possivel. Se os pais falam outras linguas, devem falar para e com as crianças para que elas desenvolvam essas competências desde cedo. 

Deixe de lado "o falar à bebé". Fale como se a criança fosse adulta. Diga os nomes correctos, pessoas, lugares e partes do corpo (nomeadamente dos seus orgãos sexuais).
Se a criança disser mal a palavra, ou falar à bebé, ensine-lhe a palavra certa.
 
Deve mostrar-se interessada pela conversa dos seus filhos, pelas coisas que eles contam, do que aconteceu na escola ou viram na rua, ou na televisão. Se não percebeu, peça-lhes para repetir. Deve dar-lhes essa atenção, assim como deseja que eles o façam o mesmo consigo.

Ler e cantar para elas pode ser muito benéfico para elas se desenvolverem. Aprendem novas palavras e a ouvir com mais atenção.

Existem imensas actividades que podem ser feitas em conjunto para desenvolver estas competências. Paciência, tempo e força de vontade são palavras-chave neste processo!



Quando se trata da presença da televisão na educação, as opiniões dividem-se.
Exista quem defenda que a TV ajuda a desenvolver as suas capacidades de comunicação, no entanto, estudos retratam que o aparelho tem uma influência negativa nas crianças.

No entanto, especialistas da afirmam que a televisão é cada vez mais uma força política e social, devido aos efeitos e reacções que provocam no público, pois existem muitos aspectos ligados ao mundo da TV, como líderes de opinião ou outras personalidades, histórias, personagens, cenários, que podem servir como modelo ao público. E não necessariamente, de forma positiva.

Por cá, os programas de desporto e as notícias são os programas mais vistos pelos portugueses, depois séries / filmes  estrangeiros e novelas.
No entanto, a televisão começa a perder alguma magia para os jovens adultos, vendo menos televisão. São mais exigentes com os programas e os seus conteúdos, e tendem a preferir outros suportes, como a Internet, onde encontram aquilo que realmente querem ver.

Existem programas diversificados na televisão e, segundo os psicólogos, os pais devem estar atentos e deve ser reforçado o acompanhamento, para que os conteúdos sejam adaptados à sua realidade, como por exemplo, ao ver as notícias. Os pais devem explicar à criança o que está a acontecer, para que ela possa estar informada, mas também os pais devem estar atentos aos valores que são transmitidos através de programas juvenis, como séries e novelas.

 
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