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Portugal: 2 em cada mil bebés podem sofrer de surdez

Portugal: 2 em cada mil bebés podem sofrer de surdez

Números estimados pelos especialistas nacionais apontam para dois em cada mil recém-nascidos que sofrem de algum género de surdez, que irá ter implicações no desenvolvimento dos bebés, como a fala.


O rastreio auditivo é uma forma bastante eficaz de se combater estes números. Desde 2005 está em curso em Portugal com o Grupo de Rastreio e Intervenção na Surdez Infantil – GRISI – a implantação de um rastreio auditivo neonatal universal.


Esta intervenção refere Luísa Monteiro, coordenadora do GRISI, tem como principal marca, fazer a todos os bebés um rastreio auditivo, até aos três meses de idade. Segundo as suas palavras, «hoje temos mecanismos e meios tecnológicos para tal, com o recurso a próteses ou ainda implantes cocleares, estimulando a parte auditiva e o uso de terapida da fala.»


«Quanto mais cedo se iniciar esta estimulação, haverá mais probabilidades de reabilitação das crianças, correndo-se o risco de se perderem meses essenciais no desenvolvimento delas.», refere ainda.


O exame inicial é de alguns segundos apenas, preferencialmente na maternidade com um aparelho especial para o bebé. Caso o exame seja unânime na isenção de qualquer problema, ficará dispensado, ao contrário daqueles que apresentem algum resultado positivo na deficiência auditiva que serão encaminhados para o serviço de Otorrinolaringologia.


Luísa Monteiro, explica que hoje em dia deve-se e faz-se rastreios auditivos a recém-nascidos pois «já há uma vasta experiência nesse campo» e assegura que quanto mais cedo se fizer, mais probabilidades haverão no desenvolvimento saudável das crianças.


08-10-2008

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