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Parlamento acorda com carrinhos de bebés vazios à porta

Parlamento acorda com carrinhos de bebés vazios à porta

A Assembleia da República em Lisboa, foi confrontada esta manhã com vários carrinhos de bebés vazios ali trazidos por casais inférteis. O protesto assinalou o descontentamento pelo atraso nos financiamentos dos tratamentos, prometidos há um ano.


Segundo Filomena Gonçalves, uma das organizadoras do protesto, a Direcção-Geral da Saúde informou na semana passada, a Associação Portuguesa de Infertilidade (API) que só a partir do segundo trimestre de 2009 é que serão pagos os financiamentos.


Foi ainda indicado que antes ainda do início dos tratamentos, será feita uma triagem e gestão de médicos de família, através de um programa informático, o que permitirá que os exames clínicos acompanhem os casais durante todas as etapas do processo, evitando "redundâncias e repetições".


De acordo com Filomena Gonçalves, por resolver continua a falta de reconhecimento da infertilidade como doença pelas seguradoras, "o que pode ser resolvido com vontade política", a não calendarização para um banco público de gâmetas e os 37 por cento de comparticipação dos medicamentos, "o que é manifestamente insuficiente".


O objectivo de triplicar os ciclos de tratamento anuais para 6.250  e realizar metade destes no Serviço Nacional de Saúde pressupõe novas infraestruturas ou alargamento dos serviços de medicina reprodutiva, sublinha ainda Filomena Gonçalves.


Assim, a API defende o início imediato do encaminhamento dos casais para o sector privado, uma vez que o limite de idade de tratamentos para a mulher é de 38 anos e o tempo de espera para consultas e tratamentos é de vários meses.




29-10-2008

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