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A Infertilidade - Aspectos reais - Dossiers - Bebés e Puericultura da Gravidez, ao parto e alimentação do bebé
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A Infertilidade - Aspectos reais

A Infertilidade - Aspectos reais

A questão da infertilidade liga-se directamente à do desejo de um bebé. Ao nível consciente, conceber um filho significa representar-se pai e mãe.


De acordo com o ideal social e familiar do sujeito é criar, depois de si, este «estranho familiar», no entanto bem real, que é o seu filho. É também tentar perpetuar-se para ultrapassar o seu próprio destino.



A maternidade e a paternidade são aspectos sociais valorizados em todas as culturas e constituem um importante objectivo de vida para muitos indivíduos. De certa forma, existem pressões directas e indirectas que criam uma situação em que, ter filhos, é um acontecimento natural e inevitável para alguns indivíduos.

A questão da infertilidade é uma questão paradigmática, pois apesar de não ser uma verdadeira doença, não deixa de causar sofrimento e de levar os indivíduos, que se vêem confrontados com esta situação, a caírem no circuito médico-doente.

A gravidez, a maternidade e a paternidade são importantes aspectos sociais em todas as culturas e apesar da documentação existente acerca de um número substancial de casais que têm dificuldade em conceber uma criança, é difícil saber exactamente quantos casais são afectados por este problema.

No entanto, a infertilidade tem sido considerada com sendo um problema médico, com soluções médicas, e consequentemente, as investigações acerca deste problema têm incidido, sobretudo, nas causas fisiológicas, anatómicas, e patológicas.

Encontra-se com alguma facilidade bastante literatura sobre infertilidade e os vários tratamentos médicos bem como as suas implicações. É tendo em vista todos este factores que tenderemos a realizar este trabalho como forma abreviada de muitos factores inerentes a esta temática, passando pelo sonho, realidade e futuros rumos, quase forçados, aos casais que ouvem o pronunciar da palavra - Infertilidade.

  • Segundo Brazelton e Cramer (1989), o desejo manifestado, tanto pela mulher como pelo homem, em ter um filho emerge de uma complexa matriz. Subjacente ao desejar um filho está, também, o desejar um novo parceiro com quem se possam reatar antigas relações. Uma criança encerra a promessa de renovar os afectos da infância, os laços perdidos.


Mas a questão do ter ou não ter um filho, não se coloca de um modo ocasional, existindo todo um contexto ideológico, cultural e social que rodeia a mulher e o homem, e que directa ou indirectamente, os pressiona no sentido da maternidade/paternidade. Este contexto será determinante na existência de um conjunto de expectativas socialmente aceites, do modo como a mulher e o homem concebem este projecto, e no “viver” da maternidade/paternidade.

  • Parseval (1998), salienta ainda que, nas representações colectivas, os filhos passam, supostamente, a ser programados e forçosamente desejados. Na sua maioria, os casais estáveis iniciam a sua vida reprodutora com um período de esterilização voluntária, em que usam um contraceptivo eficaz, antes mesmo de saberem se podem ter filhos.


Assim, no contexto em que desejar uma criança se torna um acto deliberado, qualquer obstáculo a esse desejo transforma-se, rapidamente, numa infracção, a um direito fundamental do ser Humanoo direito de procriar. Mas será direito ou dever? Desejo ou Sonho que poderá ficar apenas pelo imaginário?

Seja o que for que lhe possamos chamar, a verdade é que são muitos os casais para quem “este facto” poderá ficar pelo imaginário, face a um quadro de infertilidade que pode atingir um em cada seis casais que desejam ter um filho. A nível europeu, regista-se uma taxa de 10 a 15% de problemas de não fecundidade na população em idade fértil (Worse, 1986; cit. por Faria, 1995).

No entanto, tem-se tornado cada vez mais evidente que nem todos os casos de infertilidade podem ser explicados como sendo originados por causas orgânicas, e o interesse nos factores psicológicos e no seu papel causal nestes casos tem vindo a aumentar ao longo do tempo (Matos, 1995).


Talvez seja por isso que se diga que não existe contraceptivo mais eficaz do que o desejo imperativo de ter um filho, pois para alguns, o desejo de ter filhos pode tornar-se na sua maior preocupação, estabelecendo-se, assim, um estado de espera e incerteza constantes que os impede de funcionar normalmente.

  • Se, segundo Pires (1990), ter um filho é imprescindível para o equilíbrio psicológico de inúmeros homens e mulheres, os casais inférteis são, muitas vezes, confrontados com situações de stress e frustração, podendo um diagnóstico desta natureza ter como consequências um considerável sofrimento pessoal e a ruptura da vida familiar, podendo, muitas vezes, desenvolver-se crises emocionais caracterizada por problemas psicológicos e modificações comportamentais, que colocam cada um dos cônjuges, em particular, e o casal, em geral, em risco de consequências intra-psíquicas e interpessoais pouco adaptadas, tais como alterações profundas nas bases da identidade pessoal e sexual.


A problemática da infertilidade do casal, ou de causas mistas, é geralmente multifactorial, sendo na maior parte dos casos indispensável fazer a detecção de todos os factores causais possíveis, de modo a encontrar-se uma terapêutica que seja eficaz e adequada.

Quando existe, efectivamente, necessidade de recorrer à intervenção médica, então temos ao nosso dispor várias técnicas de Reprodução Medicamente Assistida (RMA):

  • A Insiminação Artificial (IA);
  • A Fecundação In Vitro (FIV);
  • A Fecundação In Vitro com Transferência de Embrião (FIVETE);
  • A Transferência Intra-Tubária de Zigotos (ZIFT);
  • A Transferência Intra-Tubária de Gâmetas (GIFT);
  • A Injecção Intra-Ovocitária dos Espermatozoides (ICSI);



Não devemos esquecer que são os próprios indivíduos que deverão encontrar soluções para a situação de diagnostico de infertilidade, no seu próprio tempo e da sua própria forma. Recorrer aos seus próprios recursos, emocionais, familiares, sociais e não hesitar na altura de procurar ajuda e esclarecimentos.

 
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